O que aprendi do amor é bem simples, ele tem a capacidade de nos impulsionar a fazer as coisas certas, ao mesmo tempo que consegue bloquear o certo que devemos fazer em outras.
No fundo, amor é sobre análise de risco, e os riscos são grandes, enormes, e com maior quantidade possível de variáveis que tiver melhor será sua projeção. Entretanto analisar os riscos do amor não lhe coloca rédeas, não o controla, muito menos o define. Analisar os riscos no amor é pelo menos ter a capacidade de saber a probabilidade de ser trouxa, aproveitar o máximo e melhor que consegues.
Amor é investimento, não no sentido mercantil da palavra, mas no sentido de projeção de futuros. Se por vezes ganhamos mundos, em outras o fundo do poço é o que nos espera.
Mas é como diz o ditado militar, dos meus favoritos por sinal: "Para saber o resultado da batalha é preciso lutá-la."
E assim vamos levando a vida nas madrugadas de domingo em que acordas e ficas sem sono.
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